Interatividade
Depois de inúmeros posts de notícias voltamos um pouco aos conceitos.
Segundo Pierre Lévy, autor de Cibercultura, “o termo ‘interatividade’ em geral resssalta a participação ativa do baneficiário de uma transação de informação. … Mesmo sentado na frente de uma televisão sem controle remoto, o destinatário decodifica, interpreta, participa, mobiliza seu sistema nervoso de muitas maneiras, e sempre de forma diferente de seu vizinho. … A possibilidade de repropriação e de recombinação material da mensagem por seu receptor é parâmetro fundamental para avaliar o grau de interatividade do produto. … No caso da televisão, a digitalização da emissora do lado do receptor: escolha da câmera que filma o evento, possibilidade de ampliar imagens, alternância personalizada entre imagens e comentários, seleção de comentaristas etc.”
Então acompanhando o pensamento do autor temos graus de interatividade e possibilitar ao telespectador de TV analógica passar de um nível baixo para o mais alto grau que a TV Digital pode possibilitar. Implica em observar inúmeros fatores que essa mudança trás e entender como um problema a ser solucionado, delimitando os efeitos esperados deste novo grau de interação, a fim de conseguir uma boa usabilidade do sistema e fazer com que o usuário deixe de apenas decodificar os sinais enviados pelos programas de TV na hora enviada e faça com ele mude de postura e tire o maior proveito possível dessa tecnologia que está começando a entrar em uso no Brasil.
Os graus mais altos de interatividade ainda irão demorar a serem oferecidos por aqui, mas em outro post já foi comentado quais os níveis que serão possíveis ter em sua TV Digital.